12:23





Convido quem por aqui passar a vir tomar um chá.
Chá de autor, um por dia...

http://cha-das-cinco.blogs.sapo.pt/

[2013/02/20]

11:26



... de pura genialidade. Parabéns Caetano!

[2012/08/07]


Agarrado a ti, vou sem hesitar, e se o chão desabar, que nos leve aos dois...


[2012/05/25]






Vamos, meu amor ?? :))

[2012/04/24]



... e tu que sabes tanto de mim,
tu que sentes quem eu sou,
dá-me o teu corpo como ponte que me salve,
do que o medo fechou...

Do reino do para além do bonito... e tão TU... 




Minha laranja amarga e doce
meu poema
feito de gomos de saudade
minha pena
pesada e leve
secreta e pura
minha passagem para o breve breve
instante da loucura.

[2012/01/07]




Shadow on the wall - Brandi Carlile

"Minha Amada,
Ouve, é a minha alma que te escreve. Este papel esconde a minha vergonha, mas também será ele que, finalmente, me revelará perante ti. (...) Sempre tivera medo que desestabilizassem a minha tristeza, acreditava que nela estavam a minha paz e a minha segurança, por isso me conformei, contente, com o que a vida me entregou. (...)

Devo confessar-to. Continuo a ter medo. Mas este é um medo diferente. Fizeste-me ter consciência dos meus vazios; contigo, iniciei uma procura interior que não pára de ferver dentro de mim e para a qual não estou sequer certo de encontrar uma solução. Mas comecei a andar. Garanto-te que a minha alma é melhor do que eu, porque a pressinto limpa e nova para ti. Espero que não seja demasiado tarde. Nas minhas tantas noites de insónia, o céu ensinou-me que há um momento em que o muito tarde se pode tornar, para nós, em muito cedo. É apenas um instante que se apaga e acende numa suave centelha; quando a noite agoniza nos braços do primeiro raio de luz nascente. Espero que este seja esse momento.

Minha amada Estrella. Sou casado. Há dezoito anos decidi partilhar a minha vida com uma mulher maravilhosa que julguei amar com loucura. Os nossos dias foram-se congelando entre as neves do silêncio e hoje, com dor, verifiquei que sobrevivi ao frio da nossa relação aquecendo-me nos restos de gestos que restavam dos nossos primeiros anos. Contraí com ela um compromisso de amor eterno que hoje me deixa imobilizado em relação a ti porque, sabes?, nestes dias de reflexão profunda, dei-me conta de que quanto mais fiéis somos a nós próprios, mais infiéis podemos acabar por ser aos outros. (...) 
Fui educado na fria contenção, na responsabilidade e no bom comportamento, embora à custa de sacrificar os meus sentimentos mais sensíveis, porque tens que saber, amada Estrella, que a sensibilidade não é uma qualidade que pertence apenas às mulheres. Hoje, confesso-te, não me envergonha verificar que sou um ser sensível. Durante toda a minha vida, os meus sentimentos mais íntimos estiveram a procurar vias de escape para esconder ou libertar as minhas dores e prantos. Graças a ti, nestes dias recuperei, ainda às escondidas, as minhas lágrimas.

Tive um pai que não descansou enquanto não julgou ter castrado a totalidade dos meus sentires, transformando-me num homem de bem - um verdadeiro orgulho para a sua masculinidade - fazendo-me um infeliz. Não o culpo; à sua maneira, pensava que me estava a dar o melhor que tinha. No fundo, somos todos o produto das educações recebidas pelos nossos antepassados, e a mim coube-me como herança a contenção do meu sentir. Durante anos, vivi seco; sedento de vida e seiva que, compreendo agora, só podem sorver-se sentindo a vida com plenitude, lutando por satisfazer os desejos. Isto, que parece simples, ignorava-o até que te conheci.(...)

Deste-me asas e alegria; vontade de rir e chorar. Provocaste um renascimento que fez florir os meus dias vazios. Agora, quero aprender tantas coisas, só para tas ensinar... analiso os pores do sol e as fases lunares. Recolho as folhas caídas das árvores e observo a perfeição da sua estrutura. Descubro o voo das gaivotas e o canto dos estorninhos. Volto a contemplar o mar com olhos novos.

Tudo me parece fácil. Qualquer coisa que faça, por mais banal que seja, dá-me prazer. Entrei num estado de consciência surpreendente. (...) Se tivesse de me definir numa palavra, diria: efervescente. Sim, é assim que me sinto desde que te conheci. Ajudaste a simplificar a minha alma. Tudo o que me deste fez o meu coração transbordar de prazer. Fizeste-me sentir uma fadiga de amor desconhecida. Devo parecer-te um homem estranho, dado que não procurei em ti o teu corpo, embora tenhas sentido bem a loucura que a tua presença provoca na minha pele. Existe tanta sensualidade em cada poro do teu ser, que me acorrentei ao teu corpo sem ainda me ter esvaziado nele.

(...) O meu coração e a minha razão não se pôem de acordo. (...) quando regresso ao quotidiano e à rotina dos meus dias, levantam-se como muros todos os meus impedimentos. Olho para a minha mulher e sei que ela não teve culpa das minhas frustrações, mas assim como contigo me sinto fluído, com ela ainda não posso abordar as minhas verdades. Sei que um dia esses muros acabarão por desmoronar. Só te peço tempo e fé, poderás dar-mos?

Minha amada criança. Nestes longos dias de espesso silêncio, os teus olhos guiaram-me com a sua luz, iluminando as minhas trevas. A tua sombra, colada ao meu corpo, acompanhou os meus suores. Não deixei de estar em ti um único instante. Penso que do mais dissonante silêncio pode brotar a música mais bela. Sinto que esta separação me fez tomar plena consciência do que pode ser querer ou amar. No querer há ânsias e desejos. No amar, apenas o desejo do bem à pessoa amada.

Agora já sei que, se não te tivesse, continuaria a amar-te. Porque o amor não pode ser posse. Verifiquei-o ao ter-te sem te ter. Acima de tudo, quero que saibas que te amo, assim, sem mais nada. Mas, como simples mortal, também quero que saibas que te desejo com toda a minha alma. Tiraste-me o medo de viver. Não sei o que nos espera, mas sinto que contigo vou começar de novo uma caminhada mais plena e intensa. Agora já sei que tenho uma alma. Tu revelaste-a perante os meus olhos; reconhecendo a tua, descobri a minha.(...) 


Vem, aproxima-te mais para te tocar a alma. (...)

Ângela Becerra in Amores Negados


[2011/12/27]


(...)
Não quero sugar todo seu leite
Nem quero você enfeite do meu ser
Apenas te peço que respeite
O meu louco querer
Não importa com quem você se deite
Que você se deleite seja com quem for
Apenas te peço que aceite
O meu estranho amor
(...)
Teu corpo combina com meu jeito
Nós dois fomos feitos muito pra nós dois
Não valem dramáticos efeitos
Mas o que está depois
(...)

[2011/12/20]


(...) 

I'm not drowning just a litle dizzy
floating with you seems to be so easy
so come on you better act fast, or swim slow.

Winter's coming to this town
and my pool is closing down, for you.

On the surface it looks bright and clear
but deep down there's room for all my fears
melting slowly, as you go
I'm not waiting for another swimmer
life's an ocean for a diving dreamer
so come on you better act fast, or swim slow.

(...)
[2011/12/10]




(...)
E a calma a aguardar lugar em mim
O desejo a contar segundo o fim.
Foi num ar que te deu
E o teu canto mudou
E o teu corpo do meu
Uma trança arrancou
O sangue arrefeceu
E o meu pé aterrou
Minha voz sussurrou
O meu sonho morreu 
(...)

[2011/12/05]



(...)Fica em mim que hoje o tempo dói
como se arrancassem tudo o que já foi
e até o que virá e até o que eu sonhei
diz-me que vais guardar e abraçar
tudo o que eu te dei (...)

[2011/11/30]

23:57


Pearl Jam - Come back


(...)
I have been planning out
All that I'd say to you
Since you slipped away
Know that I still remain true
I've been wishin' out the days
Please say that if you hadn't have gone now
I wouldn't have lost you another way
From wherever you are
Oh oh oh oh
Come back
(...) 
If I don't fall apart
Will my memory stay clear?

So you had to go
And I had to remain here
But the strangest thing to date
So far away and yet you feel so close
I'm not going to question it any other way
It must be an open door for you
To come back

(...)



[2011/11/12]

23:11


Coloca anúncio no jornal para encontrar noivo a pata viúva

Ron Overberger, um norte-americano do estado do Ohio, decidiu colocar um anúncio no jornal para encontrar um companheiro para a… sua pata.
De acordo com Ron, a pata ‘Crackers’ ficou viúva há cerca de quatro meses, depois do seu insparável parceiro ‘Jack’ ter morrido de causas naturais.
A família Overberger apercebeu-se então que, ao ficar sozinho, o animal começou a apresentar sinais de depressão, pelo que decidiram intervir.
A solução passou por colocar um anúncio num jornal local de Mantua, de forma a encontrar novo 'noivo' a ‘Crackers’.

“PROCURA-SE PATO COMPANHEIRO: O meu nome é Crackers. Sou uma pata-muda, madura e atractiva, com duas filhas adoptivas. Uma doença súbita levou-me Jack, o amor da minha vida. Apesar da grande dor que essa perda provocou, estamos prontas a avançar com as nossas vidas. Devido ao seguro de Jack, ficámos com uma boa condição financeira. Temos um bom celeiro para viver, com duas piscinas…”, pode ler-se no anúncio.


in Correio da Manhã

Resposta ao anúncio:

Doce Crackers, fiquei muito feliz ao encontrar este anúncio. Chamo-me Bob e sou um pato adulto e sozinho mas com muito amor para dar. Lamento pelo sucedido ao amor da tua vida mas prometo que, se me aceitares como companheiro, encontrarás de novo a felicidade e, junto das tuas duas filhas adoptivas, que tomarei como minhas também, tornaremos esta família maior, trazendo ao mundo os patinhos mais bonitos do Mundo. Um amor, uma cabana e... duas piscinas, parecem-me um sonho. Seremos inseparáveis, nas alegrias e nas tristezas e a única coisa que te peço é que sejamos independentes.
Espero o teu contacto, espero ser o escolhido no meio de, tenho a certeza, tantos candidatos. 
Um grasnar doce para ti.

Bob

[2011/11/06]




Toquinho - Aquarela


Linhas são riscos lançados livres na folha lisa do papel,
são espasmos da mente derramados em arte,
contornos de essências de significados maiores,
são palavras implícitas e interpretações diversas,
são rios que correm sem nunca parar,
e a beleza etérea de um simples olhar.

Com poucas linhas mas pleno de intensidade,
uma pomba desenhada toscamente, o que nos traz?
Traz-nos de uma forma subliminar,
o melhor sentimento interior: A Paz.

Escrito para : Fábrica de Histórias

[2011/10/29]

10:59


Arrábida 06/08/2011


Under the milki way - Grant lee Phillips


Nem os dias longos me separam da tua imagem.
Abro-a no espelho de um céu monótono, ou
deixo que a tarde a prolongue no tédio dos
horizontes. O perfil cinzento da montanha,
para norte, e a linha azul do mar, a sul,
dão-lhe a moldura cujo centro se esvazia
quando, ao dizer o teu nome, a realidade do
som apaga a ilusão de um rosto. Então, desejo
o silêncio para que dele possas renascer, sombra,
e dessa presença possa abstrair a tua memória.

Nuno Júdice


[2011/08/11]
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imagem retirada daqui


"Um Guerreiro de luz nota que certos momentos se repetem.
Com frequência se vê diante dos mesmos problemas e situações que já havia enfrentado.
Então fica deprimido. Começa a pensar que é incapaz de progredir na vida, já que os momentos difíceis estão de volta.
"Já passei por isso", ele reclama com o seu coração.
"Realmente você já passou", responde o coração. "Mas nunca ultrapassou."
O guerreiro, então, compreende que as experiências repetidas têm uma única finalidade: ensinar-lhe o que ainda não aprendeu.
Ele passa a procurar uma solução diferente para cada luta repetida - até que encontra maneira de vencê-la."

Paulo Coelho in Manual do Guerreiro da Luz


[2011/05/18]
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22:06


"Olhando o mar, sonho sem ter de quê..." Fernando Pessoa 

Os dias sucedem-se sem complacência, parecem já meses.
Desfiguram-se aos meus olhos como pedra atirada a um charco
que distorce e desfigura a imagem antes clara e definida
que me olhava e que via no meu espelho.
Procuro focar... não me encontro.
Espero, mas o meu espírito não se aquieta,
e quando a dor lancinante me sufoca num jeito trocista,
recolho-me e choro o destino deste Amor,
a incerteza que me invade e me põe à prova.
Não tenho armas que combatam a crueldade deste momento,
mata-me por dentro, cada dia mais um pouco...
... um sufoco.
Oiço, ou penso ouvir os sinais, subtis...
e fico mais baralhada,
nada faz sentido na minha cabeça cansada,
procuro respostas, recebo silêncio,
Sento-me à espera, mas cada segundo que passa,
transforma tudo numa farsa,
e o Amor que guardo cá dentro,
delicadamente... ainda espera...
Espera a cada novo dia,
a cada adormecer,
a cada barulho nas escadas,
a cada raio de sol,
a cada lágrima ou suspiro,
em cada onda do mar...
delicadamente,
como se estivesses quase a chegar...


[2011/04/06]


Monet II @olhares.com por Roberta Pessoa Martire

Não sou adepta do dia disto ou daquilo, como quem me conhece bem sabe...  mas poesia para mim é todos os dias, e hoje é um dia assim, aproveitando para Homenagear os nossos Grandes!

Urgentemente


É urgente o amor
É urgente um barco no mar
É urgente destruir certas palavras,
ódio, solidão e crueldade,
alguns lamentos, muitas espadas.
É urgente inventar alegria,
multiplicar os beijos, as searas,
é urgente descobrir rosas e rios
e manhãs claras.
Cai o silêncio nos ombros
e a luz impura, até doer.
É urgente o amor,
é urgente permanecer.

Eugénio de Andrade, in "Até Amanhã"

[2011/03/21]

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SENHORAS E SENHORES: O PRODUTO MAIS DIABÓLICO DA HUMANIDADE

O que mais dói não é – desengana-te – a infelicidade. A infelicidade dói. Magoa. Martiriza. É intensa; faz gritar, sofrer, saltar, chorar. Mas a infelicidade não é o que mais dói. A infelicidade é infeliz – mas não é o que mais dói.

O que mais dói é a subfelicidade. A felicidade mais ou menos, a felicidade que não se faz felicidade, que fica sempre a meio de se ser. A quase felicidade. A subfelicidade não magoa – vai magoando; a subfelicidade não martiriza – vai martirizando. Não é intensa – mas é imensa; faz gritar, sofrer, saltar, chorar – mas em silêncio, em surdina, em anonimato. Como se não fosse. Mas é: a subfelicidade é. A subfelicidade faz-te ficar refém do que tens – mas nem assim te impede de te sentires apeado do que não tens e gostarias de ter. Do que está ali, sempre ali, sempre à mão de semear – e que, mesmo assim, nunca consegues tocar. A subfelicidade é o piso -1 da felicidade. E não há elevador algum que te leve a subir de piso. Tens de ser tu a pegar nas tuas perninhas e a subir as escadas. Anda daí.

Sair da subfelicidade é um drama. Um pesadelo. Sair da subfelicidade é mais difícil do que sair da infelicidade. Para sair da infelicidade, toda a gente sabe – tu mesmo o sabes: tens de tomar medidas drásticas. Medidas radicais. Porque a infelicidade é, também ela, radical. Mas sair da subfelicidade é uma batalha interior muito mais dolorosa. Desde logo, porque não sabes se queres, mesmo, sair da subfelicidade. Porque é na subfelicidade que consegues ter a certeza de que evitas a desilusão – terás, no máximo, a subdesilusão; porque é na subfelicidade que consegues ter a certeza de que evitas a perda – terás, no máximo, a subperda. Estás a ficar perdido com o que te digo?

A subfelicidade é o produto mais diabólico que a humanidade criou. A subfelicidade é resultado da mente, também ela diabólica, de quem tem consciência. Para um cão, para um gato, para um periquito, para um leão ou até para uma formiga, não existe a subfelicidade: a felicidade pacífica. Impossível: ou está feliz porque tem comida e bebida, ou está infeliz porque nada tem para comer ou nada tem para beber. Os animais, por mais cores que os olhos lhes dêem a ver, vêem o mundo a preto e branco . Ou é preto ou é branco. Ou é feliz ou infeliz. Ou é tudo ou é nada. O humano, esse, foi mais longe. E foi por isso que ficou, cada vez mais, refém do que está perto – do que está seguro. Formatado pela consciência, o homem assimilou um conceito que, na verdade, não existe: o da felicidade segura. Espero que estejas bem seguro nessa cadeira quando leres o que aí vem no próximo parágrafo.

A felicidade segura não existe. A felicidade segura é segura, sim – mas não é felicidade. A felicidade pacífica é pacífica, sim – mas não é felicidade. A felicidade, quando é felicidade, assolapa, euforiza, arrebata. E não deixa respirar, e não deixa sequer pensar. A felicidade, quando é felicidade, é só felicidade. E tudo o que existe, quando existe felicidade, é a felicidade. Só ela e tu. Ela em ti. Ela em todo o tu. A felicidade, para ser felicidade, não tem estratos, não tem razão. Ou é ou não é. A felicidade é animal, de facto – mas é ainda mais demencial. Deixa-te louco de felicidade, maluco de alegria, passado dos cornos. Só quando estás dentro da felicidade é que estás fora de ti. Liberto do corpo, da matéria, da sensação – e imerso naquela indizível comunhão. Tu e a felicidade. Já a sentiste, não?

Não há como dizer de outra maneira: se estás acomodado à subfelicidade, se tens medo de ser feliz e preferes a certeza de seres subfeliz: és um triste de todo o tamanho. A subfelicidade é uma tristeza. Uma tristeza de hábitos, de rotinas, de sorrisos – uma tristeza que inibe a surpresa, o imprevisível, a gargalhada. Uma tristeza que te faz refém do que fazes e te impede de te seres o que és. Olha em redor: a toda a volta há pessoas subfelizes, pessoas que dizem “vai-se andando”, pessoas que dizem “tem de ser”, pessoas que dizem “eu até gosto dele”, pessoas que dizem “sou feliz” com os olhos cheios de “queria ser feliz”, pessoas que dizem “é a vida”. Mas não é. A vida não é a quase felicidade. A vida não é a subfelicidade. E, se é a primeira vez que vês isso, fica entendido o que sentes. Ou subentendido, pelo menos.


Por Pedro Chagas Freitas

[2011/01/26]


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