Depois de todos os comentários ao post anterior e alguma conversa de bastidores, relativa ao assunto, volto aqui.
Para dizer o quê? Bom, para dizer que passei
aqui, e que este é um exemplo do que falo, sobre ler alguns excertos sobre o assunto, pensar neles, meditar e digerir, não obstante por vezes e, principalmente quando estamos em fases menos boas, seja muito difícil a interiorização de certos ensinamentos.
Tenho essa consciência, e por isso é que não viro o disco do que disse em situações anteriores, em que estava nas sete quintas, de espírito elevado na crista da onda, em relação aos momentos em que estou mais em baixo, e me questiono dos "porquês" das situações acontecerem, etc...
A Filosofia é sempre a mesma, o que muda é a nossa predisposição para a receber, entender e aceitar. Mais fácil quando estamos todos na mesma onda de sintonia, na mesma frequência. Mais difícil quando nos deparamos com interferências negativas, as quais devemos procurar enfrentar e anular.
E, posto isto, faço minhas as palavras da
Eudemim quando diz:
"É por isto também que gosto de caminhar com OSHO, porque nos dá a liberdade de crescer ao lançar-nos o desafio de descobrirmos sozinhos a nossa própria religião, sem imposições, sem dias certos para celebrar, sem templos nem orações obrigatórias."
A minha relação com as coisas da espiritualidade vai, até onde não existam imposições de nada... essa é a minha Liberdade, é com isso que me sinto bem. E é esse "sentir bem" que nós buscamos seja onde for que procuremos o tal equílibrio ou, em última análise, o tal estado Zen.
Ah... e tenho dias... e dias, e por isso a busca é constante e o caminho longo... mas como dizia Ghandi,
"Não existe um caminho para a felicidade, a felicidade é o caminho!"