Ainda sobre o assunto do dia, mas de uma forma diferente!
Desta feita venho dar um exemplo que devia ser seguido por qualquer atendimento ao público, pelo menos nos serviços públicos.
O Consulado de Angola em Lisboa, é um exemplo. Um bom exemplo.
. As senhas são distribuídas por um funcionário, mediante os assuntos que se vão tratar, logo não existe o risco da pessoa tirar a senha errada, nem o desperdício de senhas com consequente impacto na estatística. Logo não há o "enganei-me na senha, não me pode atender na mesma?" do costume, ou: "então agora vai fazer-me tirar outra senha??" ...
. Não entra ninguém de boné na cabeça, ou vestido de qualquer maneira - há que haver respeito. O que à partida pode parecer um pouco de exagero, está bem visto - porque há-de haver uma norma de conduta de vestuário para os funcionários e não para os utentes dos serviços?? Nos nossos serviços públicos vemos de tudo, desde bonés a óculos escuros, calções de banho a chinelinho... qualquer dia temos de atender pessoas em tronco nú, já que o utente tem sempre razão!!
. A Sala de espera, venda de impressos, cópias e informações de carácter geral fica situada no piso inferior, onde se tiram as senhas, está a televisão e o ecrã de chamada.
. O atendimento é efectuado no primeiro andar, são chamadas duas ou três pessoas de cada vez, que só nessa altura sobem, para evitar a confusão no atendimento.
. As pessoas com prioridade no atendimento são procuradas pelos funcionários e encaminhadas pelos próprios ao local de atendimento, apenas para tratar de assuntos que lhes digam respeito.
Eu diria: Angola a dar o exemplo em termos de metodologia no atendimento. Sim, existem filas desde as 6H da manhã, espera-se bastante, mas quando precisamos de tratar de algo já sabemos que tem de ser assim! A parte de como funciona a nível burocrático fica para uma próxima oportunidade (risos)






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